Lobo-marinho (Monachus monachus)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Superfamília: Pinnipedia
Família: Phocidae
Género: Monachus
Espécie: M. monachus
Outros nomes:
Foca-monge-do-mediterrâneo
Mediterranean Monk Seal (Inglês)
Monachus (Inglês)
Phoque moine (Francês)
Focas monje (Castelhano)
Focas fraile (Castelhano)
Distribuição geográfica:
Em Portugal, o lobo marinho está limitado a uma zona nas Ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira. Esta espécie, conhecida por foca-monge, existe ainda em pequeno número na Costa Africana e em vários territórios no Mediterrâneo, principalmente na costa grega.
Na Madeira, esta espécie era, noutros tempos, muito frequentemente encontrada. Na altura em que as ilhas do arquipélago foram colonizadas pelos portugueses, um dos pontos onde se podia encontrar grande quantidade destes animais era a actual Vila de Câmara de Lobos, que deve a esse facto o seu nome.
Poucos animais:
A caça permanente, durante muitos anos, foi o motivo de estes animais quase terem desaparecido.
No final do século passado, esta colónia estava em declínio acentuado. Entretanto, a intervenção e a protecção a que foi sujeita levou a que, nos últimos anos, o número de indivíduos tenha aumentado, levando a um cenário bem mais animador. Não obstante continue a ser necessário monitorizar e acompanhar este grupo, para que o trabalho arduamente desenvolvido por alguns não seja perdido a qualquer momento, e para que esta espécie se mantenha observável em território nacional.
Neste momento, o grupo conta já cerca de 25 animais, ao passo que, no momento em que foi protegido, não atingia os 10 elementos.
A soma de todos os animais desta espécie, a viver em estado selvagem, nas colónias existentes e monitorizadas, já não deve atingir os 500 animais.
Tamanho e peso:
Uma foca desta espécie, pode atingir os 3,5 metros e pesar mais de 300 quilos.
Esperança de vida:
Os lobos marinhos, a viver em liberdade, podem ter uma esperança de vida que rondará os 30 anos.
Estatuto cde conservação:
Criticamente em Risco (IUCN 2008)
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Superfamília: Pinnipedia
Família: Phocidae
Género: Monachus
Espécie: M. monachus
Outros nomes:
Foca-monge-do-mediterrâneo
Mediterranean Monk Seal (Inglês)
Monachus (Inglês)
Phoque moine (Francês)
Focas monje (Castelhano)
Focas fraile (Castelhano)
Distribuição geográfica:
Em Portugal, o lobo marinho está limitado a uma zona nas Ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira. Esta espécie, conhecida por foca-monge, existe ainda em pequeno número na Costa Africana e em vários territórios no Mediterrâneo, principalmente na costa grega.
Na Madeira, esta espécie era, noutros tempos, muito frequentemente encontrada. Na altura em que as ilhas do arquipélago foram colonizadas pelos portugueses, um dos pontos onde se podia encontrar grande quantidade destes animais era a actual Vila de Câmara de Lobos, que deve a esse facto o seu nome.
Poucos animais:
A caça permanente, durante muitos anos, foi o motivo de estes animais quase terem desaparecido.
No final do século passado, esta colónia estava em declínio acentuado. Entretanto, a intervenção e a protecção a que foi sujeita levou a que, nos últimos anos, o número de indivíduos tenha aumentado, levando a um cenário bem mais animador. Não obstante continue a ser necessário monitorizar e acompanhar este grupo, para que o trabalho arduamente desenvolvido por alguns não seja perdido a qualquer momento, e para que esta espécie se mantenha observável em território nacional.
Neste momento, o grupo conta já cerca de 25 animais, ao passo que, no momento em que foi protegido, não atingia os 10 elementos.
A soma de todos os animais desta espécie, a viver em estado selvagem, nas colónias existentes e monitorizadas, já não deve atingir os 500 animais.
Tamanho e peso:
Uma foca desta espécie, pode atingir os 3,5 metros e pesar mais de 300 quilos.
Esperança de vida:
Os lobos marinhos, a viver em liberdade, podem ter uma esperança de vida que rondará os 30 anos.
Estatuto cde conservação:
Criticamente em Risco (IUCN 2008)
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Canis & Gatis
Associação dos Amigos dos Animais do Porto
Porto, Portugal
São Paulo, Brasil
Parques
Parque Nacional da Ilha Grande
Paraná, Brasil
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Goiás, Brasil
Zoos
Minas Gerais, Brasil
Lisboa, Portugal
Clínicas
Clínica Veterinária AA Horsecare
Paraná, Brasil
Consultório Veterinário Paixão Animal
Bahia, Brasil
Lojas
Coimbra, Portugal
São Paulo, Brasil
Hotéis
Porto, Portugal
São Paulo, Brasil

