Melro
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Família: Muscicapidae
Subfamília: Turdinae
Género: Turdus
Espécie: T. merula
Distribuição
Esta ave pode ser encontrada um pouco por toda a Europa, embora se aviste mais frequentemente na Península Ibérica. Está também presente no Norte de África e em alguns territórios da Ásia Central. Foi ainda introduzido na Austrália e na Nova Zelândia, pela mão humana, onde hoje não são muito populares.
Esta espécie prefere os relvados amplos para procurar comida, por esse motivo é presença muito frequente nesses espaços, sobretudo ao início da manhã e ao fim da tarde. Esse comportamento levou a que se tornasse uma ave muito bem adaptada ao meio urbano, podendo ser encontrado no bairro mais movimentado, ou no meio das pessoas que passam, sem sentir qualquer receio das mesmas. É, no entanto, uma ave que pode ser encontrada em qualquer tipo de ambiente, aparecendo com muita frequência no meio das searas.
Dimorfismo sexual
O macho é ligeiramente maior que a fêmea e o seu bico é cor de laranja vivo, contrastando com as suas penas pretas, enquanto o bico da fêmea é mais claro, quase acastanhado, sendo também a coloração das penas menos intensa.
Em cativeiro
Estas aves podem viver em cativeiro em gaiolas grandes. No entanto, para além de não ser uma ave canora, demonstra sempre grande tristeza, principalmente se for capturado em adulto.
Alimentação
Os melros comem insectos, minhocas e bagas, é isso que procuram entre a relva fresca, mas não desdenham migalhas que ocasionalmente encontrem.
Reprodução
Num ano normal, os melros fazem duas vezes criação. A fêmea põe em geral quatro ovos, que irão eclodir cerca de 15 dias depois.
Tamanho, peso e esperança de vida
Os melros podem medir cerca de 25 cm, pesar 120 g e viver 10 anos.
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Família: Muscicapidae
Subfamília: Turdinae
Género: Turdus
Espécie: T. merula
Distribuição
Esta ave pode ser encontrada um pouco por toda a Europa, embora se aviste mais frequentemente na Península Ibérica. Está também presente no Norte de África e em alguns territórios da Ásia Central. Foi ainda introduzido na Austrália e na Nova Zelândia, pela mão humana, onde hoje não são muito populares.
Esta espécie prefere os relvados amplos para procurar comida, por esse motivo é presença muito frequente nesses espaços, sobretudo ao início da manhã e ao fim da tarde. Esse comportamento levou a que se tornasse uma ave muito bem adaptada ao meio urbano, podendo ser encontrado no bairro mais movimentado, ou no meio das pessoas que passam, sem sentir qualquer receio das mesmas. É, no entanto, uma ave que pode ser encontrada em qualquer tipo de ambiente, aparecendo com muita frequência no meio das searas.
Dimorfismo sexual
O macho é ligeiramente maior que a fêmea e o seu bico é cor de laranja vivo, contrastando com as suas penas pretas, enquanto o bico da fêmea é mais claro, quase acastanhado, sendo também a coloração das penas menos intensa.
Em cativeiro
Estas aves podem viver em cativeiro em gaiolas grandes. No entanto, para além de não ser uma ave canora, demonstra sempre grande tristeza, principalmente se for capturado em adulto.
Alimentação
Os melros comem insectos, minhocas e bagas, é isso que procuram entre a relva fresca, mas não desdenham migalhas que ocasionalmente encontrem.
Reprodução
Num ano normal, os melros fazem duas vezes criação. A fêmea põe em geral quatro ovos, que irão eclodir cerca de 15 dias depois.
Tamanho, peso e esperança de vida
Os melros podem medir cerca de 25 cm, pesar 120 g e viver 10 anos.
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Canis & Gatis
Lisboa, Portugal
Canil e Gatil da União Zoófila
Lisboa, Portugal
Parques
Parque Natural do Vale do Guadiana
Beja, Portugal
Parque Nacional da Serra da Bocaina
São Paulo, Brasil
Zoos
Parque Zoológico de Ilha Solteira
São Paulo, Brasil
Zoológico Municipal de Cachoeira do Sul
Rio Grande do Sul, Brasil
Clínicas
Clínica Veterinária São Francisco de Assis
Paraná, Brasil
Saúde Animal Clínica e Produtos Veterinários
Espírito Santo, Brasil
Lojas
Alimento-Vivo.com - Pedro M.B. Agapito - Produção Animal
Santarém, Portugal
Bahia, Brasil
Hotéis
Viseu, Portugal
Coimbra, Portugal

