Corrida para dar nome ao bebé real
2015-03-25 » Inglaterra
Poder-se-ia quase usar a velha expressão «estes ingleses estão doidos», mas parece que não. É mesmo verdade, um grupo de cidadãos, súbditos de sua majestade, realizou uma corrida de cães cuja finalidade era encontrar o sexo e o nome próprio do próximo príncipe que deverá nascer durante o próximo mês de abril, o que ainda não foi oficialmente revelado pela casa real, e que faz aumentar as expectativas e também as apostas por parte dos muito fleumáticos ingleses.
Mas como pode uma corrida de cães determinar o nome e o sexo de alguém, perguntamos nós que nem vivemos numa monarquia nem nos aventuramos neste tipo de adivinhas. Simples, segundo a Ladbrokes, uma casa de apostas que organizou o evento. A corrida teve a competir 10 cães da simpática raça britânica Welsh corgi pembroke, cinco machos e cinco fêmeas, em que cada um teve direito a um dorsal com um nome. O nome transportado pelo animal vencedor deverá corresponder ao do novo membro da casa real inglesa, filho do príncipe William e de Kate Middleton.
Alexandra, Camilla, Elizabeth, Philippa e Victoria foram os nomes escolhidos para o caso de ser uma menina e transportados pelas fêmeas; Albert, Boris, Henry, James e Spencer foram os nomes transportados pelos machos, para o caso de ser um rapaz. Depois de uma parada e de um elaborado desfile, procedeu-se à muito esperada corrida e o vencedor, foi uma fêmea transportando o dorsal com o nome Alexandra, que num curto «sprint» bateu toda a concorrência, dando assim uma pista «séria» sobre o sexo e o nome do segundo filho dos duques de Cambridge.
Mas tudo isto está ligado como sempre a uma expectativa financeira. A quem apostasse no canino vencedor, a Ladbrokes pagava 8 libras por cada libra apostada, ou seja, em termos teóricos, se todos os cães tivessem um nível de expectativa semelhante junto dos apostadores, a casa de apostas ganhava 20% de todas as apostas feitas para cobrir os custos da prova e da organização. Afinal, parece que a pista pode não ser assim tão «séria», e vamos ter mesmo de esperar pacientemente pelo nascimento para saber o nome do novo bebé real, que tanto poderá ser rapaz como rapariga e ter um nome completamente diferente destes 10 que foram usados. Mas para já, esta estranha corrida teve uma vantagem evidente, que foi promover esta raça canina do País de Gales, com a chegada da notícia aos quatro cantos do mundo.
Mas como pode uma corrida de cães determinar o nome e o sexo de alguém, perguntamos nós que nem vivemos numa monarquia nem nos aventuramos neste tipo de adivinhas. Simples, segundo a Ladbrokes, uma casa de apostas que organizou o evento. A corrida teve a competir 10 cães da simpática raça britânica Welsh corgi pembroke, cinco machos e cinco fêmeas, em que cada um teve direito a um dorsal com um nome. O nome transportado pelo animal vencedor deverá corresponder ao do novo membro da casa real inglesa, filho do príncipe William e de Kate Middleton.
Alexandra, Camilla, Elizabeth, Philippa e Victoria foram os nomes escolhidos para o caso de ser uma menina e transportados pelas fêmeas; Albert, Boris, Henry, James e Spencer foram os nomes transportados pelos machos, para o caso de ser um rapaz. Depois de uma parada e de um elaborado desfile, procedeu-se à muito esperada corrida e o vencedor, foi uma fêmea transportando o dorsal com o nome Alexandra, que num curto «sprint» bateu toda a concorrência, dando assim uma pista «séria» sobre o sexo e o nome do segundo filho dos duques de Cambridge.
Mas tudo isto está ligado como sempre a uma expectativa financeira. A quem apostasse no canino vencedor, a Ladbrokes pagava 8 libras por cada libra apostada, ou seja, em termos teóricos, se todos os cães tivessem um nível de expectativa semelhante junto dos apostadores, a casa de apostas ganhava 20% de todas as apostas feitas para cobrir os custos da prova e da organização. Afinal, parece que a pista pode não ser assim tão «séria», e vamos ter mesmo de esperar pacientemente pelo nascimento para saber o nome do novo bebé real, que tanto poderá ser rapaz como rapariga e ter um nome completamente diferente destes 10 que foram usados. Mas para já, esta estranha corrida teve uma vantagem evidente, que foi promover esta raça canina do País de Gales, com a chegada da notícia aos quatro cantos do mundo.
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Canis & Gatis
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Lisboa, Portugal
Setúbal, Portugal
Parques
A Quinta - Parque Temático Rural e Eventos
Faro, Portugal
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